CONCURSO MISS TATTOO 2019

 

 

MISS TATTOO 2019

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O concurso é dividido em 5 etapas e termina no dia 13/01/2019 (domingo), último dia do Tattoo Day Pará 2019. ⠀

 

A vencedora ganhará uma tatuagem no valor de R$1.500 (mil e quinhentos reais) ofertada por um renomado estúdio de tatuagem local.

 

Ganhará também uma transformação completa de beleza ofertada pelo Studio Mermaids (@studiomermaids), dirigido pela madrinha do evento, Mell Corrêa.

 

E um ensaio fotográfico (book digital) de fotos feito pelo Nexo Foto Cine.

 

 

 

ALICE KAZU

IDADE: 21 anos | PROFISSÃO: Modelo | Belém do Pará

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

Além de ser mulher tatuada sou mulher trans tatuada, acabo sendo marginalizada e hipersexualizada. Ser uma mulher tatuada da forma que sou é uma quebra de padrão pra mim. Tatuagem é a expressão maior do meu corpo como arte, como pintura e como corpo exposto a sociedade. A tatuagem representa quem eu sou, e isso faz parte de mim, pois me enxergo como arte ambulante e tenho consciência de que esse peso paira sobre meus ombros sempre que acordo de manhã e lavo meu rosto.

 

ARITANA VARNEY

IDADE: 29 anos | PROFISSÃO: Tatuadora, Produtora e DJ

São Luís – MA

 

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

Não digo que é fácil, porque morar na região norte/nordeste é atrair vários olhares, muitos negativos, pois aqui o preconceito com o diferente ainda é muito nítido, sem falar no assédio. Porém tento levar de uma maneira descontraída, de modo a desconstruir o preconceito.

 

LUNNA ROBERTA

 IDADE: 25 anos | PROFISSÃO: Sou formada em academy hair, profissional style em cabelo com especialização em colerimetria capilar e instrutora de pompoarismo ginastica íntima. | Belém

 

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 COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

É bater no peito e representar um grupo de mulheres guerreiras, que mostram na pele a suas histórias e as suas conquistas, sem medo do julgamento da sociedade contemporânea. Não ser padronizada sendo uma mulher tatuada, é poder ter segurança de si mesma. Não é pra qualquer uma não!
 

 

MARS LIMA

IDADE: 26 anos | PROFISSÃO: Designer | Belém-PA

 

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

"Pra mim, ser mulher sempre foi desafiador, várias vezes até pesado, sendo que o assédio é uma situação constante. Ser mulher tatuada, então, é ter que lidar com a realidade na qual as pessoas tratam minhas tatuagens como um convite: pra olhar sem critérios, pra tocar, pra me julgar, pra me “desvendar” e pra expor meu corpo. Em certo sentido até me desumanizando. Por outro lado, é justamente SER tatuada que me permite explorar o próprio eu. A minha forma de SER, é ser tatuada, e embora isso traga seus desafios e inconvenientes corriqueiros, é a arte da tatuagem que me permite me sentir confortável na minha própria pele."       

 

MARCELY LIMA

IDADE: 20 anos | PROFISSÃO: Autônoma | Belém-PA

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

Todos sabem que vivemos em uma sociedade machista, e nunca foi fácil para à mulher conseguir o respeito e os seus direitos. E isso não vem de hoje, vem de muito tempo atrás. A discriminação pela tatuagem em homem já um pouco complicado, mas isso vem mudando positivamente com o tempo, e para mulher se torna duas vezes mais difícil. E com a luta diária conseguimos ver uma pequena evolução.

 

MEL MELO

 IDADE: 29 anos | PROFISSÃO: Jiujiteira| Belém – PA

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 COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

Apesar de tatuagem hoje em dia ser algo muito comum, ainda é visto com muito preconceito e por ser mulher muitas vezes é pior. Também vejo que muitos homens acham que mulher tatuada é algo pra ser visto como sexy e afins e acabam associando isso há coisas banais e certas futilidades! E eu vejo de outra forma, vejo mulheres de personalidade forte e decididas a fugir do famoso padrão de beleza!

 

O concurso, por exemplo, desmistifica um pouco esse mundo. Colocam essas mulheres em evidência, mostrando que não são diferentes de outras mulheres, porque as mulheres que sobem nos palcos são mais do que mulheres tatuadas, são mães, esposas, filhas, empresárias.

 

Cada uma com sua luta, cada uma com seu sonho, e um amor em comum, a tatuagem.

 

PATTY AGUIRRE

IDADE: 33 anos | PROFISSÃO: Mãe em tempo integral, Ativista na causa animal e estudante pré-vestibular | Belém - PA

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

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Apesar da tatuagem ter ganhado grande visibilidade nos tempos atuais, ainda sim não é fácil ser mulher e tatuada nos dias atuais, pois ainda há muito preconceito e julgamentos. É uma batalha diária de afirmação das nossas escolhas e da nossa personalidade, já que muitos nos tratam como "diferentes" ou até coisa pior.

 

SAMANTHA MARQUES

 IDADE: 22 anos | PROFISSÃO: Desenhista , estudante de artes. | Belém-PA

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

É dar à cara a tapa diante dos olhares preconceituosos e maldosos, pois infelizmente mulher com tatuagem ainda é mal vista por algumas pessoas. Mas, aprendemos a lidar com isso e ignorar. Você passa a ver a vida de uma forma que acaba por te fazer não julgar ninguém pela aparência. É estar de consciência limpa que as suas tattoos são uma forma de arte, uma expressão de quem você é. E é algo maravilhoso e libertador.

 

THALIANE MARCELA

IDADE: 21 anos | PROFISSÃO: Gestora Ambiental. | São Sebastião da Boa Vista- Marajó-PA

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

Eu me sinto honrada. É a minha essência. É a minha marca! É uma honra ser uma mulher tatuada!

 

YASMIN QUILICE

IDADE: 22 anos | PROFISSÃO: Produtora underground e estudante de direito. | Tangará da Serra, Mato Grosso.

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COMO É SER MULHER E TATUADA NOS DIAS ATUAIS?

 

É ser literalmente uma galeria humana de arte! Uns elogiam, outros criticam, uns aceitam, outros reprovam. É ser a incógnita sobre o "Ser belo". É se olhar no espelho, todos os dias, grata por ser tão original. É a perfeita representação de si, a ponto de alguma forma repercutir nas pessoas algum sentimento.

 

Particularmente nunca tive situações complicadas por conta das tattoos. Geralmente são só elogios, mas conheço muitas meninas que já passaram por situações chatas. Porém ainda sim, é lidar com um preconceito banal vindo de algumas coisas, às vezes da família e na carreira.

 

A paixão pela arte ainda esta atrelada a estereótipos, que parecem ainda mais acentuados quando se trata de uma mulher.